A FASHIONJUNGE BDS

3 mar

Boycott Israel

No jornal Brasil de Fato – Uma visão popular do Brasil e do mundo, de 28 de fevereiro de 2013, uma nota anuncia que “o boicote a Israel e o apoio à luta da Palestina ganha novo fôlego internacional no mês de março”, quando “ativistas organizam evento que reforça apoio internacional à Palestina”. Com a charge neo-antissemita de Carlos Latuff, “Comprar produtos de Israel é financiar apartheid”, que equipara produtos israelenses a um monte de crânios, o que iguala por sua vez o suposto apartheid a um massacre, a matéria assinada pela Redação do jornal prossegue:

Em todo mundo será realizada a Semana contra o apartheid de Israel (Israeli Apartheid Week – IAW). O evento acontece em várias cidades do mundo há nove anos e, segundo o site oficial, busca aumentar a consciência das pessoas sobre as políticas de apartheid em Israel contra os palestinos e construir apoios para a campanha de Boicote, Desinvestimento e Sanções contra Israel (BDS). No Brasil, a Frente da Palestina da Universidade de São Paulo (USP) planeja atividades entre os dias 11 e 15 de março, como mesas de debates, exibições de filmes, palestras e oficinas culturais. Na Europa, as ações da IAW estão ocorrendo desde 25 de fevereiro. […] [1]

O movimento BDS, lançado em 2005, chegou ao Brasil em 2011, apoiado por organizações islâmicas e de esquerda: MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular/Coordenação Nacional de Lutas), CUT (Central Única dos Trabalhadores), Marcha Mundial de Mulheres, Movimento Mulheres em Luta, Sindicato dos Metroviários de São Paulo, PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado), PCB (Partido Comunista Brasileiro), Revolutas, Mopat (Movimento Palestina para Tod@s), UNI (União Nacional das Entidades Islâmicas), Assisp (Associação Islâmica de São Paulo), Liga da Juventude Islâmica do Brasil, Anel (Assembleia Nacional dos Estudantes Livre). [2].

O BDS alerta: “Antes de comprar, verifique o código de barras. Se iniciar com 729, é produto fabricado em Israel. Comprá-lo é financiar a humilhação e opressão ao povo palestino. Boicote!”. Os militantes vigiam universidades e instituições e assim que identificam algum acordo com Israel tentam obrigá-las a romper os intercâmbios e convênios. Enviam cartas abertas para impor censura a instituições. Pressionam artistas que programam turnês em Israel.

Em 2011, os BDS da USP quiserem impedir que a PUC realizasse o seminário internacional “Sistema jurídico de Israel: Direito judaico antigo e Direito israelense moderno”, nos dias 24 e 25 de outubro. Em 2012, escreveram a Daniela Mercury “assim que souberam” que ela pretendia fazer um show em Israel para que o cancelasse, seguindo o exemplo de Roger Waters, Elvis Costello, Gil Scott Heron, Carlos Santana, Devendra Banhart e os Pixies.

Em 2012, 210 cidades participaram da Semana contra o apartheid. Os ativistas dessa causa errada voltam-se, com toda sua energia, contra um apartheid inexistente. Israel é uma democracia que abriga todas as etnias, religiões e sexualidades. Os jovens que seguem o BDS são teleguiados por grupos terroristas disfarçados de minorias oprimidas, apoiados por regimes islamofascistas que oprimem minorias étnicas, religiosas e sexuais e jamais são boicotados.

Agindo contra o falso apartheid, os militantes BDS desviam a atenção dos países que praticam de fato o terror e o apartheid e que tentam levar o Ocidente a adotar sua própria agenda política islamofascista de práticas de apartheid por imposição da censura, repressão e clima de terror, com boicotes, desinvestimentos e sanções contra Israel, apartando o Estado Judeu do resto do mundo. Na estratégia de apartheid do BDS, o isolamento do Estado Judeu seria a primeira etapa para sua eliminação.

Os jovens que se engajam na causa fascista do BDS, que atinge em primeiro lugar os democratas de cada país, envolvendo suas instituições, universidades, empresários e artistas num clima de terror, reedita os boicotes aos judeus pelos nazistas na Alemanha de 1933, e são alimentados pela propaganda diária das mídias anarquistas, revolucionárias, jihadistas, neo-stalinistas e neonazistas. No mundo globalizado, a extrema-direita e a extrema-esquerda unem-se no mesmo ódio primitivo ao Judeu, agora sublimado em ódio político ao Estado Judeu.

Esses jovens que deixaram a religião pelo ativismo, identificando-se com os fanáticos do Islã, são, no seu dia-a-dia, pessoas “bacanas” e “descoladas”, que sabem se divertir. Vivem com o celular na mão e postam no Facebook fotinhos de suas noitadas em bares e boates, de seus mergulhos nas cachoeiras com os amigos, de seus fins-de-semana nas praias com as namoradas ou os namorados. Vestem-se na última moda. Curtem os filmes cult. Adoram informática, tecnologia, games e rock.

Eles transam com uma sexualidade desimpedida, sem preconceitos. Odeiam a Igreja católica, com seus padres “pedófilos” e seus Papas “perdulários e corruptos”. Preferem espiritismos e espiritualismos orientais. Não suportam judeus sionistas, que associam a Imperialismo. Eles formam uma nova Juventude Hitlerista planetária, sem os recalques da velha guarda nazista reprimida, retrógrada e cafona. Mas a Fashionjunge BDS está pronta para agir contra os “inimigos” com a mesma sanha da velha Hitlerjunge.

NOTAS

[1] http://www.brasildefato.com.br/node/12130.

[2] http://campanhaboicoteisrael.blogspot.com.br/2011/10/lancada-em-sao-paulo-campanha-nacional.html.

2 Respostas to “A FASHIONJUNGE BDS”

  1. Mika Krok 04/03/2013 às 17:17 #

    Já não sabem mais o que inventar, esses energumenos. O ódio sem explicação contra os judeus continua, já que a ignorância impera no mundo, principalmente alimentada pelos islâmicos que não tâm mais nada a fazer além de produzir pequenos muçulmanos e receber ajuda pelos grandes, aos quais interessa essa situação ilógica. Mas, falando desse cartaz com essas marangas sem expressão, ficou bom com o cartaz atrás, dizendo DON’T. Hilário.

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  1. A Fashionjunge BDS - 04/03/2013

    […] LEIA AQUI O ARTIGO COMPLETO […]

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