ACADEMIA DO TERROR

5 jan

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Gaza é dominada por quatro grupos terroristas: o Hamas, a Jihad Islâmica, o Comitê de Resistência Popular (CRP) e a Brigada Al-Nasser Salah Ad-Din. Esses grupos tentam ganhar apoio popular e alistar mais membros para suas unidades. Recentemente, o CRO e a Brigada Al-Nasser Salah Ad-Din uniram-se para criar a Academia Shahid Imad Hamad.

A academia leva o nome do comandante militar do CRP morto em 2011 pelo exército israelense, em Rafah, no mesmo dia em que múltiplos ataques terroristas em Eilat mataram oito israelenses. A primeira turma da Academia Shahid Imad Hamad formou-se no primeiro semestre de 2012, com especialização em combates em Corpo de Blindados.

Segundo Abu Suhaib, membro sênior do CRP, a missão da academia é a de aprimorar as habilidades de combate dos recrutas através de treinamentos intensivos com armas e mísseis, incutindo os princípios da guerra, sem esquecer os valores religiosos do Islã, “para enfrentar o inimigo sionista com fé no triunfo de Deus”.

Fonte: Rua Judaica, 31 ago. 2012.

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No Brasil do Fuleco, onde a maioria da população só discute com paixão o futebol, quase ninguém repara nos avanços do terror mundo afora. Também a maioria dos intelectuais, em geral preocupados em justificar o injustificável, ignora os propósitos genocidas dos que apoiam o terrorismo islâmico.

Mas aos que mantêm a lucidez causa espanto a crescente pregação do fim de Israel, imaginada loucamente através de um Holocausto nuclear. Essa pregação ganha formas artísticas, com manifestações escandalosas, como a do egípcio Amr El Masry, que canta e dança o genocídio. O terror transcende a academia e conquista as almas sensíveis…

Em seu hit musical grotesco, e pretensamente irônico, Eu amo Israel, transmitido pela Melody TV em 2012, e traduzido via MEMRI no YouTube, o cantor Masry proclama seu ódio absoluto a Israel, martelado dezenas de vezes nas cabeças dos ouvintes: “Eu amo Israel… Possa ele ser riscado do mapa… possa ele desaparecer do universo”:

Pressionado pela cultura homofóbica terrorista, onde o Shahid (mártir) é cada vez mais cultuado como herói icônico da masculinidade, o artista corrupto, atraído pela popularidade dos mártires, posa de exterminador machão para encobrir sua persona de louca efeminada, adquirindo uma identidade perversa assimilável pelos poderosos do Islã.

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